terça-feira, 15 de junho de 2010

Revendo nosso manual do bom comportamento



Em um dos seus textos, o escritor Paulo Coelho fala sobre como Jesus não seguia o manual do bom comportamento. Depois de ler esse tema me fez refletir sobre alguns assuntos:

Texto de Paulo Coelho:
Não seguir o manual do bom comportamento
Jesus deve ter pensado muito bem em suas atitudes. Sabia que elas seriam comentadas pelos séculos vindouros, e precisava dar o exemplo.

Seu primeiro milagre? Não foi curar um cego, fazer um coxo andar, exorcizar um demônio: mas transformar água em vinho, e animar a festa.

Seus companheiros? Não foram os que comandavam a cultura e a religião da época; mas homens comuns, que viviam de seu trabalho.

Suas companheiras? Não eram como Marta, que fazia bem direitinho a tarefa doméstica; mas como Maria, que o seguia com liberdade.

O primeiro santo? Não foi um apóstolo, nem discípulo, nem um fiel seguidor; mas o ladrão que morria ao seu lado.

O sucessor? Não foi aquele que mais se aplicou em aprender seus ensinamentos; mas quem o negou no momento em que mais precisava de ajuda.

Enfim, nada do que mandava o manual do bom comportamento.

Minha conclusão:
Acredito que o escritor Paulo Coelho, apesar de no meu ponto de vista algumas de suas idéias serem equivocadas, está certíssimo na sua afirmação: Jesus não seguiu o manual do bom comportamento. Mas a questão é que mesmo não seguindo este manual, Ele fez tudo de forma corretíssima, sem contestamento. Logo, penso que seja o nosso manual que deve ser contestado.

Por exemplo: Em alguns momentos deixamos de lado a alegria, o louvor, a felicidade, a adoração e damos mais importância aquelas tristezas e angústias. Ao transformar a água em vinho Jesus estava demonstrando o motivo pelo qual Ele veio ao mundo, para trazer felicidade ao nosso coração. Mas esquecemos disso quando damos mais valor as infelicidades.

Também tomamos o caminho errado ao escolher nossos amigos ou companheiros, preferimos aqueles que irão nos trazer algum benefício e deixamos de lado verdadeiros parceiros. Nos esquecemos que melhor do que ser servido é servir. E que se Deus apaga os pecados, não devemos ressuscitar os pecados do nosso próximo, mas sim, acreditar nas mudanças e ajudá-los nessas mudanças.

Seguimos dando mais valor a coisas terrenas, as quais não serão de nenhum proveito no futuro. Em outras situações engrandecemos pessoas, circunstâncias, momentos, acontecimentos ou até mesmo objetos que pouco valor ou nenhum merecem. Enfim, nos perdemos nos nossos próprios conceitos.

Necessitamos mais do que depressa rever nosso manual do bom comportamento, antes que nossa própria história se perca. Sugiro que comecemos estudando a vida de Jesus, o homem que transformou o mundo quebrando paradigmas do passado, do presente e do futuro.

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.Romanos 12:2

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Palavras de Nelson Mandela



Minha homenagem ao revolucionário Nelson Mandela que na noite passada perdeu mais um membro da sua família.

Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além da conta. É nossa luz, não nossas trevas, o que mais nos assusta. Nos perguntamos, 'Quem sou eu para ser brilhante, grandioso, talentoso e famoso?' Na verdade, quem não somos? Você é uma criança de Deus. Seu jogo despretensioso não serve ao mundo. Não há nada errado com o retrocesso, assim as pessoas não se sentem inseguros com você. Nascemos para manifestarmos a glória de Deus dentro de nós. Não apenas dentro de alguns de nós; mas em todos nós. E quando deixarmos nossa própria luz brilhar, conscientemente daremos às pessoas permissão para fazerem o mesmo. Quando tivermos nos libertado de nosso medo, nossa presença automaticamente libertará aos outros. [ Nelson Mandela ]

Nelson Mandela enfrentou todos os seus medos e conseguiu mostrar ao mundo a sua luz. A luta que carrega em suas costas até hoje transformou pessoas, uniu nações e quebrou preconceitos. A sua exaltação ao ser humano exalta o próprio Deus, o Criador. E não diminui ninguém, pelo contrário, nos iguala a ponto de libertarmos uns aos outros.

E viva a Copa do Mundo de Futebol 2010! Viva ao mundial que une as diferenças! Viva ao esporte que não distância brancos dos negros, orientais dos ocidentais, cristãos dos judeus, pobres dos ricos! Viva a terra do revolucionário Nelson Mandela! Viva as conquistas de todas as gerações! Viva a nação que se libertou dos seus medos e agora ensina ao mundo a se libertar!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Hoje eu vi



Hoje eu vi um avião pousando. Ou eu estou romantizando muito a vida ou eu nunca tinha percebido a beleza que existe ao meu redor. Mas hoje eu vi... um avião pousando, todo o seu peso pareciam não existir. O que havia era uma certa leveza deslumbrante.

Quando olhei mais adiante estava um bondinho, na verdade eram dois, um indo e outro vindo em pleno ar. Entre dois morros eles pareciam que iam se chocar, mas continuaram seus cursos sem problema algum. Era belíssimo o que eu via.

À minha direita uma ponte sobre o mar segurava um amontoado de carros que brilhavam com suas luzes fortes. Eram luzes brancas e vermelhas, mas os carros não pareciam ter cor, nem marca, eram iguais. A única diferença é que alguns eram grandes e outros pequenos.

Quando cheguei no meu porto o que vi foi um mar de pessoas. Era tanta gente que eu mesma teria medo de estar no meio daquela confusão. Dei graças a Deus porque o meu sentindo era o contrário e eu já estava no meu destino.

Depois de ter visto, sentido e percebido tantas coisas comecei a refletir no quanto eu já vi e tantas outras eu já vivi. Vi que ainda não vi tudo, mas tudo o que vi é suficiente para me fazer feliz e satisfeita. Vi que no mundo ainda tem muito o que se ver, mas se aqui o mundo acabar, mesmo assim estarei feliz. Afinal de contas vi o que tinha para ser visto ao meu redor e não apenas vi com os olhos, vi com a alma. Diante de tudo o que vi, vi que o mundo precisa ver o que é de real importância para se viver.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

As crianças são demais 3



Existem crianças que nos surpreendem com seu poder! Essa por exemplo nos ensina muito com tal atitude. A primeira impressão, é claro, é de um menino que não tem noção do perigo que está correndo. Entretanto, se refletirmos mais um pouquinho, perceberemos que o que este menino está fazendo é nos ensinando a sermos resistentes.

Sim, resistentes! Todos sabem que crianças de comunidades conhecem o poder de uma arma, que tem conhecimento de que um tiro pode matar uma pessoa. Mas este menino nos ensina a sermos fortes mesmo quando as coisas ao nosso redor dizem o contrário.

Ser resistente não é pensar que possuímos peito de aço, mas sim, resistir com nossas atitudes diferenciadas, com nossos pensamos, com nossas palavras. O próprio Mahatma Gandhi, um homem que resistia sem violência física afirmou: “As coisas que queremos e parecem impossíveis só podem ser conseguidas com uma teimosia pacífica".

Teimosia, superação, resistência, vontade, busca, desejo, coragem. Todas essas atitudes são expressas de uma vez através de uma imagem de uma criança.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Quando as crianças fazem uau - Giuseppe Povia

Menino de 4 anos sobrevive a queda de terraço no 17º andar de hotel



Um menino de 4 anos sobreviveu ileso à queda do terraço do 17º andar de um apart-hotel em Miami, nos Estados Unidos. Joey Williams caiu sobre a área da piscina, localizada no 10º andar do prédio, ao correr atrás de uma bexiga de ar. A queda, na última sexta-feira, foi amortecida pela copa de uma palmeira e depois por alguns arbustos.
O menino foi levado a um hospital para ser examinado, mas a avaliação verificou que ele estava em boas condições, sem nenhum osso quebrado. Poucas horas depois do acidente, Joey já estava sentado sobre sua cama comendo batatas fritas. Um porta-voz do Corpo de Bombeiros de Miami disse que o menino estava chorando quando os paramédicos chegaram e tinha dificuldades de falar, mas que aparentava estar bem fisicamente.
Segundo a estimativa dos bombeiros, o menino caiu cerca de 25 metros. Como a maioria dos edifícios nos Estados Unidos, o apart-hotel não tem o 13º andar, por superstição, o que significa que Joey caiu seis andares.

Porta aberta
Segundo o relato posterior da polícia, a mãe do menino, Elizabeth Nicolas, saiu do banheiro e percebeu a porta do terraço aberta. O avô de Joey, Jerry Unawich, também estava no apartamento no momento da queda, mas disse que estava na cozinha e não percebeu quando o garoto abriu a porta do terraço.

Segundo a polícia, um inquérito foi aberto para apurar as circunstâncias da queda, mas não existem suspeitas de que não se trate de um acidente e nenhum membro da família deve ser processado. "Nós vimos um milagre aqui", afirmou o gerente do apart-hotel, Brendan Grubb, a uma TV local.

Um morador que estava na piscina no momento da queda disse ter ouvido um forte barulho antes de ver o menino estendido sobre o chão da área da piscina. "Parecia que a mão de Deus o estava protegendo quando ele caiu", afirmou o morador.


Esta é a matéria postada no site G1 no dia 7 de junho, mas eu, inspirada no livro “O Pequeno Príncipe” e no convívio com algumas deslumbrantes crianças, reescreveria a matéria da seguinte forma:

Estava eu curtindo minhas férias na piscina de um hotel mágico em Miami, quando avistei um menino voando sobre as palmeiras. Corri na direção da árvore e fui surpreendida por um garoto de 4 anos no topo do imenso arbusto. Depois que o ajudei a sair da árvore e analisá-lo todo para saber se havia algum ferimento, o que não tinha, perguntei ainda espantada: “O que aconteceu? Como você foi parar em cima de uma palmeira?”

Com um sorriso sincero de felicidade o menino Joey Williams começou a contar entusiasmadíssimo: “Eu só queria brincar com a bexiga de ar na varanda, mas aquela bexiga é desobediente, saiu apressada e eu tive que correr atrás dela, eu não podia deixar ela ir embora. Quando percebi eu estava do lado de um pássaro voando! Eu nunca tinha voado tão alto assim, só pequenos voos”.

Imediatamente eu pensei: Como ele já tinha voado? Mas antes que eu perguntasse e parecendo que Joey tinha lido meus pensamentos ele continuou: “Várias vezes eu voei do um berço até o chão, o que já é bem alto, mas dessa vez eu voei com os passarinhos. Eles ficaram meio assustados, mas logo se acostumaram comigo. O triste foi que eu não consegui salvar minha bexiga, ela explodiu quando pousei na árvore. Aquela árvore espeta!”.

Era difícil acreditar em tudo o que eu ouvia, mas me lembrei que crianças não mentem e aquele menino tinha um brilho nos olhos, os mesmos de quem conta algo fantástico que aconteceu de verdade. Acreditei desacreditando, era impressionante, Joey estava vivo, depois de despencar, ou melhor, voar do 17° andar em direção ao chão.

A bexiga de ar não tinha sobrevivido, mas quem iria querer saber de bexiga quando estávamos falando com um menino que acabara de voar?! Seria um milagre ou apenas mais um poder que as pessoas perdem quando viram adultos? Como eu queria voltar a ser criança novamente só para voar também...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Politicamente incorreto



Já que está na moda ser politicamente incorreto.... e também crianças fumarem... então que volte o cigarrinho de chocolate! Qual o problema?! Está na moda! Já pensou o que aconteceria se adotacemos tudo o que estivesse na moda? Que todos tenhamos sempre personalidade suficiente para ir contra ao politicamente incorreto e criar nossa própria moda.